De Human Rights Watch notícias
Tradução: Taluana Wenceslau Rocha
(New York) – A decisão de premiar o Nobel da Paz a três mulheres, Ellen Johnson Sirleaf, Leymah Gbowee e Tawakkul Karman, reconhece que a democracia e uma paz duradoura não pode ser alcançada sem dar às mulheres possibilidades integrais de participar, se pronunciou hoje a ONG Human Rights Watch. Isso também destaca os desafios que as mulheres continuam a enfrentar, em Yemen e por todo o mundo, para assegurar que seus direitos continuem entre as prioridades da agenda.
“Isso é um tributo a todas as mulheres cujo trabalho incansável e corajosos protestos ajudaram a trazer paz e democracia, e àquelas mulheres que ainda hoje estão lutando por esse objetivo”, disse Kenneth Roth, diretor executivo da Human Rights Watch. “O trabalho no máximo ainda está pela metade, e o mundo precisa apoiar os esforços de construir sociedades baseadas no respeito aos direitos humanos de todos e todas. Nós não devemos nos esquecer dessas mulheres que ainda estão sofrendo nos conflitos atualmente, na República Democrática do Congo, na Costa do Marfim, Afeganistão e em outros lugares”.
Human Rights Watch também apelou às autoridades chinesas para que soltem o laureado com o Prêmio Nobel da Paz em 2010, Lui Xiaobo, escritor e dissidente detido em dezembro de 2008 por seu envolvimento na elaboração de uma pró-democracia e em manifestos de direitos humanos. Os governos representados na cerimônia do Prêmio Nobel de 2100 em Oslo deveriam pedir pela liberdade de Liu e pelo fim da perseguição de sua família e seus apoiadores, diz a Human Rights Watch.
Título original: Nobel Prize show role women democracy peace
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